sábado, 17 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - XV

Terminada a visita à Igreja de S. Lourenço o objectivo apontava para finalmente descermos à Ribeira mas, num assomo de memória constatamos que por lapso, iríamos deixar para trás zonas a não perder.  Rapidamente alteramos o nosso rumo. 

Rua de Santana fora, fomos ao encontro do que resta da Porta ou célebre Arco, imortalizado na obra de Almeida Garrett "O Arco de Santana". 
Teria sido aqui que existiu uma Porta na muralha de acesso à cidade e um nicho onde se encontrava a imagem de Santa Ana com o menino ao colo, hoje guardada na igreja de S. Crispim.

Em seguida subimos para o largo de Penaventosa, seguindo depois pela rua de Penaventosa  e rua de S. Sebastião ao encontro da Capela do Senhor dos Passos onde decidimos efectuar uma pausa. Seguem as Imagens:

Ruínas do Arco de Santana e nicho de Santa Ana

Acesso ao largo de Penaventosa

Largo de Penaventosa

Perspectiva do largo de Penaventosa

Rua de Penaventosa em direcção à rua de S. Sebastião

Capela do Senhor dos Passos.

Após uma pequena pausa acedemos à Calçada de Vândoma através das escadas da Raínha

Escadas da Raínha

Junto à estátua equestre de Vímara Peres  duas soluções são possíveis para iniciarmos a descida para a Ribeira:

Entrar pela rua D. Hugo que nos leva até à capela de Nª Sª das Verdades, aproveitando para visitar a Casa Museu Guerra Junqueiro...

Casa Museu Guerra Junqueiro, na rua D. Hugo Nº 32

Estátua do Poeta da autoria do escultor Leopoldo de Almeida

... ou descer junto ao Paço Episcopal cujo acesso nos conduz também à capela de Nª Sª das Verdades.

Perspectiva ascendente da Rua D. Hugo

Ao lado da Capela de Nª Sª das verdades existe uma escadaria que nos conduz ao Arco das Verdades. Aí acedemos às escadas do Barredo  tomando então a direcção da Ribeira. Seguem as imagens:

Capela de Nª Sª das Verdades


Início da escadaria que nos levará numa próxima etapa até às escadas do Barredo, principal acesso à Ribeira. Brevemente faremos essa caminhada. Até lá.



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - XIV


Chegados que fomos à Igreja de S. Lourenço, havíamos combinado visitar o majestoso templo que domina o Largo do Colégio.

Em estilo Maneirista, Barroco e Neoclássico, a construção da igreja iniciou-se em 1577 tendo sido inaugurada em 1622. A actual fachada data de 1690 dado ter sido necessário efectuar o restauro da original. 
Em edifício anexo está instalado um magnífico Museu de Arte Sacra que aconselho vivamente a visitar.
Actualmente o templo pertence ao Seminário Maior que o ocupa desde 1834 e é considerado monumento nacional. Vamos pois entrar:

Perspectiva da Nave principal.

Detalhes do altar-mor.

Imagem de S. Lourenço junto à aboboda.

Uma das Capelas.

Detalhes da magnífica talha dourada.

Os Orgãos são lindos. Esta encontra-se colocado à esquerda do coro alto.

Do lado direito podemos observar este, de dimensões mais reduzidas.

Ao longo da Nave existe uma série de imagens em arte sacra, de rara beleza. Seguem alguns dos exemplares como referência.






Pormenores da imagem de Cristo e da talha dourada.

Terminamos esta visita na Sacristia onde podemos admirar entre outras esta bela peça trabalhada em madeira.

E assim ficamos com uma visão de mais um importante ícone do centro histórico do Porto. Voltaremos brevemente.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - XIII

Percorremos hoje a zona ocidental da envolvente à Sé Catedral e ao morro da Penaventosa. 
Na deslocação para o Largo de Pedro Vitorino e respectivo miradouro, encontramos à nossa direita a Torre de Pedro Pitões onde hoje está instalado um dos postos de turismo da Câmara Municipal.

Finalmente descemos ao Largo do Colégio onde admiramos a majestosa Igreja de S. Lourenço e também chamada Igreja dos Grilos, terminando aí a visita de hoje. 
Seguem as imagens:

Perspectiva do Bairro da Sé captada junto à Casa da Câmara.

Casas típicas do Bairro da Sé.

Torre de Pedro Pitões

Torre de Pedro Pitões

Para trás ficou o Terreiro da Sé

Frente ao Largo de Pedro Vitorino e encostado ao muro do Terreiro da Sè temos o belo Xafariz da rua Escura ou de S. Sebastião.

Paisagem urbana do Bairro da Sé captada no Miradouro de Pedro Vitorino.

Uma outra perspectiva do Bairro da Sé.

Traseiras das casas da rua das Aldas.

Largo do Colégio 

Torres sineiras da Igreja de S. Lourenço.
Igreja de S. Lourenço - Fachada

Por aqui nos ficamos hoje. A beleza e grandiosidade do interior desta igreja talvez me leve a alterar o programa previsto e iremos entrar neste templo. Até breve.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - XII




O prometido é devido portanto há que continuar descobrindo as maravilhas que o Centro Histórico do Porto encerra.
No terreiro da Sé existe outro edifício imponente e emblemático, o Paço Episcopal. Antes porém de dirigirmos para lá a nossa atenção há três detalhes da Sé que não quero passar em claro. Aqui vão as imagens:


A Rosácea, vista do exterior.

Os belos vitrais da Rosácea observados no interior da nave.

A fantástica Pia Baptismal que se encontra à entrada, do lado esquerdo.

À saída da Sé Catedral e do nosso lado esquerdo perfila-se o belo edifício do Paço Episcopal. A sua construção parece ter sido da iniciativa do Bispo D. Francisco João Rafael de Mendonça, que não viu a obra terminada devido ao tempo que demorou a sua execução. É também tendencialmente aceite que a frontaria do belo edifício terá sido da autoria do arquitecto italiano Nicolau Nasoni.

Perspectiva do Paço Episcopal

Monumental escadaria de acesso ao átrio.

Escadaria com dois lanços de acesso à porta nobre que dá acesso ao interior do Paço.

Detalhes do belíssimo átrio

Detalhes das pinturas e da clarabóia no tecto do átrio deste belo edifício.

Depois de nos deleitarmos com estas magníficas imagens, será melhor terminar por hoje o passeio . Na próxima etapa iniciaremos a aproximação à zona da Ribeira. Até lá.



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO XI

Vamos iniciar hoje uma visita fotográfica ao Terreiro da Sé e às áreas limítrofes partindo desde já do pressuposto que teria sido neste local que se desenvolveu a cividade e que a região começou a ter uma importância assinalável. 
Antes de entrarmos no Terreiro própriamente dito, importa fazer referência à Casa nº 5 da Rua D. Hugo pela sua importância histórica.

Encostada ao que resta da Cerca Velha a casa nº 5 da Rua D. Hugo é um dos núcleos museulógicos mais importantes da cidade. 
Chamada também de ARQUEOSSÍTIO lá se conserva a mais longa sequência de ocupação humana que até ao presente foi devidamente documentada.

Subindo a Calçada de Vandôma em direcção ao Terreiro da Sé, podemos admirar o belo Chafariz de S. Miguel, também chamado Chafariz do Anjo cujo traço é atribuído a Nicolau Nasoni

Chafariz de S. Miguel, perspectiva

Anexo ao Chafariz ergue-se o alçado norte da majestosa Sé Catedral.

Perspectiva da Sé Catedral a partir da rua de S. Sebastião

Eis-nos então chegados ao Terreiro. Podemos de imediato admirar o novo edifício da autoria do Arquitecto Fernando Távora que simula o local da antiga casa da Câmara, o Belo Pelourinho e claro a majestosa fachada da Sé Catedral.

A construção da Sé Catedral ter-se-ia iniciado na primeira metade do Séc. XII e teria terminado no início do Séc. XIII. Anexa ao edifício da Sé podemos admirar a Casa do Cabido. Nesta imagem é possível ter uma noção da volumetria de todo o conjunto

Mais uma perspectiva dos edifícios da Sé e da Casa do Cabido

Anexa à fachada norte encontramos a Galilé, Belíssima obra de Nicolau Nasoni que abordarei mais tarde.

Não pretendendo tornar fastidiosas estas visitas, hoje vos deixo com esta magnífica perspectiva da fachada da Sé Catedral esperando que tenham gostado da exposição. 

Como sempre prometo voltar em breve, pois esta viagem ainda vai no princípio.