quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - XIV


Chegados que fomos à Igreja de S. Lourenço, havíamos combinado visitar o majestoso templo que domina o Largo do Colégio.

Em estilo Maneirista, Barroco e Neoclássico, a construção da igreja iniciou-se em 1577 tendo sido inaugurada em 1622. A actual fachada data de 1690 dado ter sido necessário efectuar o restauro da original. 
Em edifício anexo está instalado um magnífico Museu de Arte Sacra que aconselho vivamente a visitar.
Actualmente o templo pertence ao Seminário Maior que o ocupa desde 1834 e é considerado monumento nacional. Vamos pois entrar:

Perspectiva da Nave principal.

Detalhes do altar-mor.

Imagem de S. Lourenço junto à aboboda.

Uma das Capelas.

Detalhes da magnífica talha dourada.

Os Orgãos são lindos. Esta encontra-se colocado à esquerda do coro alto.

Do lado direito podemos observar este, de dimensões mais reduzidas.

Ao longo da Nave existe uma série de imagens em arte sacra, de rara beleza. Seguem alguns dos exemplares como referência.






Pormenores da imagem de Cristo e da talha dourada.

Terminamos esta visita na Sacristia onde podemos admirar entre outras esta bela peça trabalhada em madeira.

E assim ficamos com uma visão de mais um importante ícone do centro histórico do Porto. Voltaremos brevemente.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - XIII

Percorremos hoje a zona ocidental da envolvente à Sé Catedral e ao morro da Penaventosa. 
Na deslocação para o Largo de Pedro Vitorino e respectivo miradouro, encontramos à nossa direita a Torre de Pedro Pitões onde hoje está instalado um dos postos de turismo da Câmara Municipal.

Finalmente descemos ao Largo do Colégio onde admiramos a majestosa Igreja de S. Lourenço e também chamada Igreja dos Grilos, terminando aí a visita de hoje. 
Seguem as imagens:

Perspectiva do Bairro da Sé captada junto à Casa da Câmara.

Casas típicas do Bairro da Sé.

Torre de Pedro Pitões

Torre de Pedro Pitões

Para trás ficou o Terreiro da Sé

Frente ao Largo de Pedro Vitorino e encostado ao muro do Terreiro da Sè temos o belo Xafariz da rua Escura ou de S. Sebastião.

Paisagem urbana do Bairro da Sé captada no Miradouro de Pedro Vitorino.

Uma outra perspectiva do Bairro da Sé.

Traseiras das casas da rua das Aldas.

Largo do Colégio 

Torres sineiras da Igreja de S. Lourenço.
Igreja de S. Lourenço - Fachada

Por aqui nos ficamos hoje. A beleza e grandiosidade do interior desta igreja talvez me leve a alterar o programa previsto e iremos entrar neste templo. Até breve.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - XII




O prometido é devido portanto há que continuar descobrindo as maravilhas que o Centro Histórico do Porto encerra.
No terreiro da Sé existe outro edifício imponente e emblemático, o Paço Episcopal. Antes porém de dirigirmos para lá a nossa atenção há três detalhes da Sé que não quero passar em claro. Aqui vão as imagens:


A Rosácea, vista do exterior.

Os belos vitrais da Rosácea observados no interior da nave.

A fantástica Pia Baptismal que se encontra à entrada, do lado esquerdo.

À saída da Sé Catedral e do nosso lado esquerdo perfila-se o belo edifício do Paço Episcopal. A sua construção parece ter sido da iniciativa do Bispo D. Francisco João Rafael de Mendonça, que não viu a obra terminada devido ao tempo que demorou a sua execução. É também tendencialmente aceite que a frontaria do belo edifício terá sido da autoria do arquitecto italiano Nicolau Nasoni.

Perspectiva do Paço Episcopal

Monumental escadaria de acesso ao átrio.

Escadaria com dois lanços de acesso à porta nobre que dá acesso ao interior do Paço.

Detalhes do belíssimo átrio

Detalhes das pinturas e da clarabóia no tecto do átrio deste belo edifício.

Depois de nos deleitarmos com estas magníficas imagens, será melhor terminar por hoje o passeio . Na próxima etapa iniciaremos a aproximação à zona da Ribeira. Até lá.



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO XI

Vamos iniciar hoje uma visita fotográfica ao Terreiro da Sé e às áreas limítrofes partindo desde já do pressuposto que teria sido neste local que se desenvolveu a cividade e que a região começou a ter uma importância assinalável. 
Antes de entrarmos no Terreiro própriamente dito, importa fazer referência à Casa nº 5 da Rua D. Hugo pela sua importância histórica.

Encostada ao que resta da Cerca Velha a casa nº 5 da Rua D. Hugo é um dos núcleos museulógicos mais importantes da cidade. 
Chamada também de ARQUEOSSÍTIO lá se conserva a mais longa sequência de ocupação humana que até ao presente foi devidamente documentada.

Subindo a Calçada de Vandôma em direcção ao Terreiro da Sé, podemos admirar o belo Chafariz de S. Miguel, também chamado Chafariz do Anjo cujo traço é atribuído a Nicolau Nasoni

Chafariz de S. Miguel, perspectiva

Anexo ao Chafariz ergue-se o alçado norte da majestosa Sé Catedral.

Perspectiva da Sé Catedral a partir da rua de S. Sebastião

Eis-nos então chegados ao Terreiro. Podemos de imediato admirar o novo edifício da autoria do Arquitecto Fernando Távora que simula o local da antiga casa da Câmara, o Belo Pelourinho e claro a majestosa fachada da Sé Catedral.

A construção da Sé Catedral ter-se-ia iniciado na primeira metade do Séc. XII e teria terminado no início do Séc. XIII. Anexa ao edifício da Sé podemos admirar a Casa do Cabido. Nesta imagem é possível ter uma noção da volumetria de todo o conjunto

Mais uma perspectiva dos edifícios da Sé e da Casa do Cabido

Anexa à fachada norte encontramos a Galilé, Belíssima obra de Nicolau Nasoni que abordarei mais tarde.

Não pretendendo tornar fastidiosas estas visitas, hoje vos deixo com esta magnífica perspectiva da fachada da Sé Catedral esperando que tenham gostado da exposição. 

Como sempre prometo voltar em breve, pois esta viagem ainda vai no princípio.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Percorrendo o CENTRO HISTÓRICO - X

Combinado que estava, iniciamos o percurso em direcção à Praça do Infante,passando pela rua dos Pelames e descendo a rua de Mouzinho da Silveira.

Fomos apreciando os motivos mais interessantes que se oferecem ao longo do trajecto, a saber; a casa nº 55 da rua dos Pelames e a viela do Anjo, o emblemático edifício da praça de Almeida Garrett, a Adega do Olho, a Fonte Monumental e o Xafariz da rua do Souto.

Chegados finalmente à praça do Infante, dedicamos o tempo restante a avaliar a reabilitação de alguns edifícios que remontam à época medieval, visitamos o antigo mercado Ferreira Borges e detivemo-nos junto à estátua do Infante D. Henrique recordadando uma das épocas mais entusiasmantes da nossa história comum.
Como já é habitual, segue a reportagem fotográfica:

Casa nº 55 da rua dos Pelames

A célebre Viela do Anjo

Quem não conhece este edifício emblemático?

Uma das tasquinhas mais antigas da cidade

Construída no Séc. XIX a Fonte Monumental foi desmontada em 1920 para ali se instalarem duas casas comerciais. Mais tarde, em 1966 foi reconstruída e ali se mantém até aos dias de hoje.

O Xafariz de Rua do Souto foi edificado com a finalidade de substituir a Fonte Monumental quando esta foi desmontada em 1920.

O antigo mercado Ferreira Borges foi construído em 1885 para substituir o velho mercado da Ribeira. Nunca cumpriu esses objectivos e actualmente, depois de requalificado é utilizado para Exposições e Feiras de âmbito cultural.


Mercado Ferreira Borges - detalhes do interior.

Rua Mouzinho da Silveira: Prédios reabilitados paredes meias com prédios em adiantado estado de degradação.

Rua Mouzinho da Silveira: Detalhes das habitações.

A estátua do Infante D. Henrique erigida em 1894 é da autoria de Tomás Costa.

No sopé da estátua vêm-se dois grupos alegóricos: Uma Vitória conduzindo dois corcéis e dois tritões representa o triunfo das navegações portuguesas. Uma figura feminina simboliza a Fé das Descobertas. Junto ao pedestal existem dois baixos relevos representando a tomada de Ceuta e o Infante no promontório de Sagres.

Chegamos pois ao fim de mais uma pequena viagem através do Centro Histórico do Porto. A agenda aponta para uma deslocação ao terreiro da Sé Catedral visitando o célebre morro da Penaventosa e zonas limítrofes. Será depois o tempo de descermos à Ribeira, local internacionalmente conhecido mas onde haverá muito para conhecer e contar. Até lá!!!